Considerar atividades coletivas em sala de aula, geram um determinado "tumulto" uma desordem, onde o domínio do professor é dispensado pelo entusiamo dos alunos, quando são expostos a atividades coletivas.
A musicalidade está presente desde seu nascimento ou até mesmo muito antes. Ouvir a voz humana já exige do aluno uma percepção atenta. Estimular o barulho, confesso que era uma prática pouco realizada por mim, mas com as leituras observo que o cantar, dançar, cantigas de roda tem sido mais estimuladas na minha turma. Pois além de adquirir o ritmo é uma boa ferramenta para a aquisição da linguagem verbal, não só aprendendo a falar bem, mas também saber "ouvir"!
Sou, moradora de Cidreira, atualmente professora de anos inicias.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Saber(...)
O desejo de saber está ligado as descobertas que os pequenos buscam explorar, conhecer e socializar.
A evolução das crianças na escola é visível elas exploram cada etapa do saber. Onde nós valorizamos cada descoberta e experiência dos nossos alunos. O ser humano é obrigado a socializar, e a escola acaba sendo um espaço onde isto acontece com frequência com a interação com colegas e adultos. "Não se trata, portanto de, socializar as crianças tão cedo, mas de apoiá-las em seu desenvolvimento". (Beatriz Ferraz/ Revista Nova Escola-2010)
Essencial na Alfabetização
Refletir sobre práticas que envolvam atividades positivas na alfabetização, requer que o profissional da educação busque aprimorar suas práticas.
Estimular a leitura, mesmo aos alunos que não se apropriaram do SEA, tem sido essencial na alfabetização. Buscar uma sequência didática que esteja relacionada ao sistema de escrita estando de acordo com os propósitos da leitura que se quer aprofundar.
O planejamento deve ser uma ferramenta indispensável ao professor que deve ter conhecimento de sua clientela, bem como os objetivo que busca atingir.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Práticas Pedagógicas
Como ensinar? Para quem ensinar? Por que ensinar?
Estes questionamentos dos docentes, buscam contribuir na construção das práticas pedagógicas. Práticas que busquem atingir os objetivos desejados pelo professor, isso requer adaptar algo da realidade do educando, em algo em que ele possa ter autonomia em fazer.
Que está prática esteja relacionada ao currículo, que guias os conteúdos a serem explorados.
O texto das Diretrizes Curriculares nacionais Gerais da Educação Básica
(BRASiL, 2013), com base em Moreira e Candau (2007), problematiza as diversas
definições atribuídas ao termo currículo, a partir da concepção de cultura como
prática social. nesse sentido, no texto do documento em questão está presente
a ideia de que, “em vez de apresentar significados intrínsecos, como ocorre, por
exemplo, com as manifestações artísticas, a cultura expressa significados atribuídos
a partir da linguagem”. Com isso, para os autores, a cultura também se refere às
experiências escolares “que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas
pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos alunos com
os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as
identidades dos estudantes” (BRASiL, 2013, p.23).
Na minha realidade, percebo que muitas estagiarias que não conhecem a realidade do educando, trazendo práticas prontas "atividades" formuladas ao longo do magistério, mas sem saber qual o "aluno" alvo. Me preocupo em que elas explorem a turma, para perceber se a prática é condizente a realidade.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
O ato da leitura em práticas educativas são direcionadas pelo professor. Percebo que muitos dos meus alunos de 3º ano do ensino fundamental, tem fascínio pela leitura de mundo. Se encantam por textos atualizados, fazem leitura de imagem criando grandes hipóteses, leitura essa, que já era constituída fora do ambiente escolar através de vivências.
Segundo leitura, “Se alfabetizar significa orientar a criança para o domínio da tecnologia da escrita, letrar significa levá-la ao exercício das práticas sociais de leitura e de escrita. Uma criança alfabetizada é uma criança que sabe ler e escrever; uma criança letrada (tomando este adjetivo no campo semântico de letramento e de letrar, e não com o sentido que tem tradicionalmente na língua, este dicionarizado) é uma criança que tem o hábito, as habilidades e até mesmo o prazer de leitura e de escrita de diferentes gêneros de textos, em diferentes suportes ou portadores, em diferentes contextos e circunstâncias” (Soares 2004).
Refletimos assim que a leitura, a compreensão e a relação no contexto social estão interligados de forma única.
Segundo leitura, “Se alfabetizar significa orientar a criança para o domínio da tecnologia da escrita, letrar significa levá-la ao exercício das práticas sociais de leitura e de escrita. Uma criança alfabetizada é uma criança que sabe ler e escrever; uma criança letrada (tomando este adjetivo no campo semântico de letramento e de letrar, e não com o sentido que tem tradicionalmente na língua, este dicionarizado) é uma criança que tem o hábito, as habilidades e até mesmo o prazer de leitura e de escrita de diferentes gêneros de textos, em diferentes suportes ou portadores, em diferentes contextos e circunstâncias” (Soares 2004).
Refletimos assim que a leitura, a compreensão e a relação no contexto social estão interligados de forma única.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Estar diante
do outro, nos permite ver além da nossa realidade, assim a alteridade é a
necessidade de estar com relação ao próximo. É uma condição de distinção, nossa
cultura está coletivamente interligada a outros hábitos culturais, a diferença
constitui a vida social, mas inconscientemente reproduzimos comportamentos e
ações de acordo com a alteridade. Um aluno que se identifica com afeto com sua
professora, acaba involuntariamente manifestando práticas e gestos de sua
professora, querendo estar no lugar da mesma. Sendo distinto é a qualidade que
é do outro.
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