quinta-feira, 31 de março de 2016

 Realizar leituras dos "blogs" das colegas exemplifica que todas passam pelas mesmas vivências, com um público alvo distinto. Examinar o que se aproxima de bom ou ruim, de fato é uma tarefa cautelosa. Estabelecer valor aquilo que em sua essência ganhou significado, sem esquecer que todas estamos numa constante jornada de aprendizagem.

"Eu acredito que o melhor processo de aprendizagem, em qualquer tipo de atividade, é olhar para o trabalhos dos outros" Wole Soyinka

quarta-feira, 30 de março de 2016

No decorrer dessa semana foi solicitado uma revisão das nossas publicações no Blog.
Relembrando as postagens anteriores, isso se tornou um bom exercício fixação, rever, relembrar, o que tínhamos de experiências das nossas leituras.
Sendo constantemente estimuladas pelos professores em retroceder aquilo que já foi vivenciado. Ter uma oportunidade de desenvolver, amadurecendo e aprimorando os relatos.
Tornando nossas postagens mais significativas, atendendo aos fatos, diversas sugestões vem sendo dadas, assim aos poucos vai se concretizando melhorias.

quarta-feira, 23 de março de 2016


Começou...
Rumo ao Eixo III, iniciamos mais um semestre com aprendizados consolidados, manter o que está correto e aprimorar o que foi sugerido.
Na primeira semana, onde foi exposto o vídeo da aula Magna, me trouxe reflexões sobre obter um diploma. 
É importante ao ingressar, ou até mesmo em se manter em uma faculdade, pensar no objetivo que se buscar ao decorrer dos semestres. Buscamos um curso em que lhe ofereça grande lucratividade, ou buscamos qualificação, aprender para se tornar um bom profissional?
Atualmente os alunos que cursam graduações em sua parte alguns buscam atender seus caprichos, ora outros buscam ensinamentos de qualidade.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Pressa, corre, corre, apura, vai logo!!!
O ser humano é um ser incansável, busca sempre estar buscando algo(...) por mais redundante que seja!
Percebe que o acumulo de tarefas, prazos, exigências tanto feitas pela faculdade como também pela escola
ocasiona num constante corre, corre... 40 horas semanais se tornam infinitas!
Assim, acontece com a alfabetização ao chegar nesse período, desejamos que nossos alunos estejam emitindo várias silabas, palavras simples...sendo um "pequeno" leitor!
Ficamos incessantemente atribuindo sons as letras, fonemas...de repente o nosso aluno também esteja esgotado!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Infância Soft, ressalta a idealização de uma criança inocente, por sua bondade natural, um coração puro que não foi corrompido pela sociedade. Depositamos no "rosto" de um bebê com estereótipo de pura beleza, um ser capaz de mudar o mundo. Reconhecer a inocência da criança que não, deve ser confundida com um ser inato. Ter a ideia de infância como pura bondade seria como um papel em branco. A criança precisa ser preenchida a partir de suas experiências. Assim tanto no âmbito escolar, quanto familiar a criança passou a ser reconhecida por seu potencial adquirindo conhecimentos ao longo de seu desenvolvimento podendo ser molda dá para o bem ou para o mal. 
   Ao ler sobre infância, percebo que a visão de infância vem sendo modificada. A infância era vista como uma fase da vida, sem direitos e deveres, atualmente não é mais vista com essa percepção. Não podemos tornar a "infância" e a "criança" em palavras sinônimas. A infância é uma construção histórica da sociedade que se refere ao ser criança.
   A criança se torna um elemento cultural e social, assume perante a sociedade um papel pré definido que delega formas de agir e de pensar.
  Atualmente se reconhece que as crianças possuem necessidades especificas, características emocionais, intelectuais e cognitivas individuais, presentes na infância.
  Para Durkheim, 1955 ... na ótica sociológica desse período, a criança é um ser individual, com suas disposições mentais, que deve se tornar social. Considerada como uma tábua rasa, a criança precisa ser preparada para garantir as condições essenciais de existência da sociedade. Portanto, a escola e a família são instituições fundamentais que asseguram a socialização da infância. As crianças são um projeto pré-social e a educação, compreendida como socialização, deve prepará-las para a vida social e formar as disposições físicas, intelectuais e morais de que elas necessitam para viver em sociedade.   
Ao ler uma metáfora, do filósofo Arthur Schopenhauer, pode repensar em algumas associações que fazemos em sala da aula...

"Ele conta que um grupo de porcos-espinhos perambulava num dia frio de inverno. Para não congelar, chegavam mais perto uns dos outros. Mas, no momento em que ficavam suficientemente próximos para aquecer, começavam a se espetar com seus espinhos. Então se dispersavam, perdiam o benefício do convívio próximo e recomeçavam a tremer. Isso os levava a buscar novamente companhia e o ciclo se repetia na luta para encontrar um distância confortável entre o emaranhamento e o congelamento".

Percebo que nosso jovens estão ligados por tecnologias, mídias dentre tantas outras, e esquecendo de como se "aquecer". Quando no ambiente escolar são direcionados a trabalhar juntos, interagir uns com os outros, sentem dificuldades. Lendo a Psicanálise de Freud, os jovens pertencem a grupos onde se identificam por afinidades e semelhanças, construindo laços emocionais que são evidentes no ambiente escolar, buscam a necessidade constante de serem aceitos perante uns aos outros.